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liz.muax

como aumentar as visitas do blog


Esse é o terceiro post da série sobre como aumentar as visitas orgânicas no seu blog através do SEO! Se você ainda não leu os primeiros posts, cliquem nos links abaixo:

Como ter mais visitas no seu blog! Aprenda SEO!

Tenha mais visitas no seu blog usando SEO!

Neste post vou falar um pouco sobre palavras chave, como escolhê-las e como usá-las. Vamos lá!

Escolhendo sua Palavra Chave

Outro fator de extrema importância é a capacidade do seu site de ser encontrado pelo Google. E isso não é tão simples como parece. Já viu milhares de sites incríveis que nem aparecem na primeira página dos mecanismos de busca e outros que não são tão bons (às vezes, nem um pouco bons) que estão lá, nas primeiras colocações? Por isso é tão importante entender de SEO: por mais que o Google e os mecanismos de busca tentem indexar os sites de modo que os que tem melhor conteúdo apareçam primeiro, nem sempre esse é o caso, já que existem várias outras maneiras de “enganar” o mecanismo, digamos assim.

O que vou ensinar neste post são alguns métodos de escolha de palavras chave que podem ajudar bastante no ranqueamento do seu site, de modo que ele seja bem mais facilmente encontrado pelos mecanismos de busca.

É claro que um site maior (e por isso entendam com mais visitas, mais conteúdo e mais palavras chaves por nicho) tem muito mais expressão para o Google, por exemplo, e por isso mesmo é importante saber escolher as palavras chave mais competitivas para o tamanho do seu site. Vale dizer que estratégias de Marketing Digital, Mail Marketing e criação de campanhas de anúncios podem ajudar bastante com o aumento da expressividade do seu site para mecanismos de busca! Mas vamos ao que interessa: a seleção de palavras chave!

Selecionar palavras chave é algo que exige experiência e pensamento estratégico. Mas deixo aqui alguns dos aspectos que sempre levo em conta quando faço uma consultoria e seleção de termos para SEO. Olha só: A estratégia que tem se mostrado mais benéfica em termos de escolha de palavras chave, principalmente em se tratando de sites menores e menos competitivos, é a escolha das chamadas Long Tail Keywords . Estas são, na verdade, composições de mais de uma palavra (geralmente duas ou três) e que tem funcionado bem. Esse tipo de palavra chave, as Long Tail Keywords, são tipicamente usadas por aqueles internautas que já sabem o que estão procurando ou o que querem comprar e, por isso, são extremamente úteis para sites menores que visam uma maior conversão ou taxa de visualizações.

As Long Tail Keywords são sim procuradas menos vezes, mas sua competitividade costuma ser menor e, segundo estudos de comportamento de usuários, as pessoas que as utilizam e encontram um bom site provavelmente acabarão comprando de você ou lendo seu artigo.

Dito isso, para criar sua pirâmide de conteúdos é necessário ter em mente que as palavras chaves devem ir se tornando mais específicas a medida que a pirâmide se alarga. Ou seja, se seu blog fala sobre BELEZA, uma dica seria usar “DICAS DE BELEZA”, uma Long Tail Keyword com menos competição, e ir especificando cada vez mais os termos, até encontramos em uma Tag o nome de uma marca (algo bem específico), como “Produtos da AVON”, por exemplo. Mesmo que, como dissemos acima, seja necessário um pouco mais de experiência para a seleção de palavras chave, você pode começar a fazer as seleções para o seu site usando o Google Adwords Keyword Planner, por exemplo, e ir comparando sempre o número de procuras e a competição delas.

Mas, antes de mais nada, é preciso entender o seu próprio site e decidir para quais palavras chave você gostaria de ranquear bem. Se seu site é sobre moda ou beleza, é importante verificar qual conteúdo do seu site é mais interessante e competitivo. É assim que se consegue tráfego de qualidade e leitores e consumidores fiéis!
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aprenda SEO


Este é o segundo post da série em que ensino um pouquinho de SEO para que vocês possam ter mais visitas no blog, vindas de buscas orgânicas, ou seja, através dos mecanismos de busca, como o Google. Eu sei que no começo pode parecer que é muita coisa e que são muitos os fatores que influenciam na otimização de um site ou blog: mas fiquem calmos! Com o tempo você vão pegando o jeito e, garanto, essas dicas ajudam muito! Para quem não leu o primeiro post, "Como ter mais visitas no seu blog! Aprenda SEO!", passem lá, porque vai ajudar muito também!
 
Estávamos falando dos fatores On Page, que ajudam a melhorar o conteúdo do seu blog aos olhos do Google. Então vamos lá então!

Como Criar um bom Conteúdo

O que o Google procura basicamente é conteúdo de qualidade. Mas o que isso quer dizer e como ele consegue identificar esse tipo de conteúdo? É bem simples, olha só: o que o algoritmo dele usa para decidir se um site é ou não um bom site são alguns aspectos mais práticos que podem ser mensurados de maneira indireta, como por exemplo os fatores abaixo:

1. Tempo de permanência numa página e no site. Quanto mais tempo as pessoas passam lendo seu conteúdo e vendo suas páginas, mais o seu site parece um bom site para o Google. Isso porque esse fator quer dizer que esses leitores estão encontrando o que estão procurando e querendo ler o que você escreve. Foque sempre então em criar conteúdo de qualidade!

Copiar conteúdo nunca é uma boa estratégia, ainda mais se seu site é considerado menor do que o site do qual o material foi copiado, porque você será sim penalizado no ranqueamento. Mesmo dentro do seu próprio site, nunca copie uma outra página, pois isso cria o chamado Wrong Canonical , que deve ser consertado: altere palavras, acrescente novas informações e links, mude imagens, etc., ou crie uma página que deverá ser codificada para ser o link canônico. Assim seu site será melhor visto pelos mecanismos de busca!

2. Links internos entre posts de um blog, por exemplo, ajudam muito a aumentar o tempo de permanência em um site. Colocar links para conteúdos parecidos dentro do seu próprio site é uma boa estratégia. Isso ajuda também para que o crawlers do Google consigam mapear melhor seu conteúdo, o que é sempre uma boa!

Vale lembrar que uma qualidade de um bom site é essa de permitir que o Google indexe os conteúdos, e linkar os conteúdos similares ajuda os mecanismos de busca a entenderem o que é similar e o que não é dentro do seu site. Blogs e lojas com os famosos “Posts Relacionados” (como tenho ali embaixo, no final do post) ou “Produtos Relacionados” tem uma boa vantagem neste aspecto.

Outro detalhe que é importante mencionar é que a estrutura do seu site deve ser piramidal. Isso quer dizer que as categorias devem ir das mais importantes (com as palavras chaves mais expressivas do seu site), para as de menor importância. Se sua categoria principal é, por exemplo, “Dicas de Beleza”, relativamente bastante procurada e de baixa/média competição, uma subcategoria dela poderia ser, por exemplo, uma marca como “Avon” ou “Natura”. Desse modo seu site apresenta uma pirâmide de conteúdos, o que facilita a indexação desses aspectos do site. Agora, se um post seu tem muitas visualizações, vale a pena subi-lo de categoria. Assim o Google percebe que ele tem maior importância e altera seu mapa para dar mais valor ao post com mais expressão. Isso é algo mais fácil de fazer no Wordpress, que separa os marcadores entre "Categorias" e "Tags", diferentemente do blogspot, que permite apenas tags.

3. Breadcrumbs são outro aspecto importante para que seja mais fácil indexar seu site. Para quem não sabe o que é, são aqueles caminhos que costumam aparecer no topo da página, como "Início>>Beleza>>Meu batom Favorito",  por exemplo. Eles ajudam o Google a visualizar o mapa do seu site e isso, muitas vezes, resulta em maior ranqueamento. Para colocar breadcrumbs no blogspot, é necessário entender um pouquinho de html. Mas se quiserem, ensino num próximo post!

4. Atualização de Conteúdo também é um aspecto importante. Quanto mais você atualiza seu site, mais crawlers passam por lá para atualizar seu mapa de site. Mas atenção: nunca troque qualidade de conteúdo, que já vimos ser extremamente importante, por mais atualizações. Para um blog, por exemplo, um ótimo post por semana vale mais para o Google do que posts de baixa qualidade todos os dias! Se seus leitores esperam atualizações sempre, tente ao máximo seguir as dicas de otimização de conteúdo que dou aqui para garantir que seu site não seja penalizado.

5. Número de palavras. Quanto mais palavras, melhor. O Google gosta de conteúdo e nada menos do que 300 palavras é muito interessante para um post de blog, por exemplo. Em sites com posts com menos de 300 palavras, o Google, muitas vezes, nem mesmo permite que seja colocado o Ad Sense por “falta de conteúdo”. Vale a pena pensar nisso!

6. Posicionamento das palavras e títulos. O Google gosta de coisas simples: títulos expressivos que mostrem bem do que se trata o post, e com menos de 70 caracteres e mais de 40. Outra coisa que conta muito é a repetição de palavras chave, que devem estar inclusive contidas no título e durante o texto, e devem ser cerca de 1,5% do conteúdo total (devem aparecer de 3 a 6 vezes em um post com 300 palavras). É a partir desses detalhes que o Google consegue identificar que seu texto está realmente falando daquilo que está no título e ele entende que o texto é coerente com a proposta. É necessário também que esta palavra chave apareça no primeiro parágrafo do seu conteúdo e em ao menos um subtítulo H1 ou H2. Essa separação de conteúdo por meio de subtítulos é muito bem vista pelos mecanismos de busca!

Tendo sempre tudo isso em mente, não se esqueça que você escreve, primeiramente, para um humano e não para uma máquina: o Google tem sim suas exigências, mas nós humanos adoramos ironias, textos bem escritos e títulos emblemáticos. Tente sempre unir as duas coisas: essa é a melhor estratégia!

7. Tags Alt de Imagem. Imagens são um problema para o Google e, para que ele consiga identificar do que elas se tratam já que ele não tem olhinhos, é necessário que as nomeemos. As imagens têm então atributos chamados Títulos e Textos Alternativos , que são os locais em que os mecanismos de busca procuram informações que permitam indexá-las. Usar a palavra chave que você está utilizando no seu conteúdo é a melhor estratégia para este quesito. Para colocar um título e um título alternativo no blogspot basta clicar em "propriedades da imagem" e adicionar por lá! Super fácil!

8. Palavra chave no URL da página também é um fator muito importante para o Google. Não se esqueça disso! Um dica é retirar as chamadas Palavras de Parada (no, do, na, da, etc.), que não são necessárias para a indexação. Lembrando que, algumas vezes, dependendo da palavra chave escolhida, essas palavras de parada são sim necessárias, porque fazem parte do que nós humanos procuramos no Google. Por isso é importante entender o comportamento do seu público alvo!

9. Incluir o nofollow em links que direcionem para sites que não são bem vistos pelo Google é uma outra estratégia muito usada. Isso é necessário porque, ao colocar um link de um site pequeno em termos de posicionamento, o Google automaticamente irá te relacionar com este site, o que fará com que você perca ranqueamento. Para inserir o nofollow no blospot, basta selecioná-lo quando o link for adicionado.

É muita coisa, né? Mas vá com calma, você vai conseguir entender tudinho com o tempo. No próximo post "Como escolher as palavras chave para seu post", ensino a escolher sua palavra chave para usar em um post!
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dicas de seo


Conseguir visitas no blog nem sempre é muito fácil, né? São tantos blogs por aí, que falam da mesma coisa que fica bem difícil atrair um público engajado. Por isso pensei em começar um série de posts para ajudar vocês: neste primeiro, deixo algumas dicas de SEO para alavancar  seu site e conseguir mais visitas e melhor ranqueamento em sites de pesquisa orgânica!
Nos próximos posts vou entrar em mais detalhes, então vou criar algo mais geral hoje, só para que quem ainda não entende muito de SEO possa se familiarizar, ok?

Mas ainda assim, vale dizer, que a coisa mais importante para ter um blog bem sucedido é esta: seja original! Seja você mesma e coloque sua personalidade naquilo que você escreve. Como eu disse, são tantos blogs que a gente precisa ter algo diferenciado. E a única coisa que nos torna incríveis é quem nós somos! Nunca se esqueça disso!

Outra coisa que nos torna especiais é querer ajudar as pessoas: crie seu projeto para ajudar blogueiros e pessoas parecidas com você, porque, olha só, não vale nada trabalhar todos os dias no seu blog e dar o duro que a gente dá se a gente não torna a vida de ninguém melhor. Blogar não é ganhar mimos e ficar esperando o cara do correio, é muito mais do que isso: é amar o que você faz, escrever para fazer a vida das pessoas melhor e, se não fossem as mensagens carinhosas que recebo e as amigas queridas que faço, eu não teria forças para continuar blogando todos os dias.

Mas vamos lá!

SEO Básico para Sites 

 Para que o seu site seja bem ranqueado pelos mecanismos de busca, usamos uma ferramenta chamada SEO (Search Engine Optimization). Tendo em mente o algoritmo do Google, usar esse tipo de estratégia que “encaixa” as questões técnicas do seu site e seu conteúdo às exigências dos mecanismos de busca é uma ótima maneira de gerar melhor posicionamento em buscas e, por isso, obter mais visualizações e aumentar a conversão do seu website.

Existem questões internas e externas ao seu site que devem ser levadas em conta:

1. Off Page ou Fatores Externos são, de modo geral, os links que apontam para sua página. Quanto mais links em sites com bom conteúdo (e, mais do que isso, bem ranqueados pelos mecanismos de busca e que tenham a ver com seu conteúdo) mais seu site parecerá atrativo para o Google.

2. On Page ou Fatores Internos incluem tanto o código do seu site quanto questões textuais, que dizem respeito ao conteúdo do seu site.

Você já se perguntou, por exemplo, porque aquelas lojas chinesas estão pagando por posts em praticamente todos os blogs? Imagina quantos links externos elas estão conseguindo! Isso faz com que o site delas seja melhor ranqueado e, por isso, seja encontrado mais facilmente no Google. Isso para, no futuro, poderem gastar menos com anúncios, o que vale muito a pena! E falando em anúncios, não se esqueçam de ver o post do blog sobre "Quanto cobrar por um publipost"!

Para que você consiga links externos você pode, por exemplo:

1. Fazer parcerias com outros blogs e lojas, como sorteios, entrevistas, etc.

2. Lembrar sempre todos os leitores do blog que compartilhem seu post (e não se esqueçam de compartilhar este para ajudar mais gente!)

Mas e os fatores On Page? Esses ficam para o próximo post!

Leia os próximos posts "Tenha mais visitas no seu blog usando SEO" e "Como escolher as palavras chave para seu post"!


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publipost e publieditorial

Sei que muitas blogueiras tem esse problema: não sabem quanto cobrar por um Publipost, tanto no blog, quanto no Instagram, por exemplo. Como já trabalho com blogs e redes sociais há muito tempo, vou deixar aqui alguns comentários que acho importante fazer sobre quanto deve ser cobrado por um Publipost em alguma rede social.

Para os que estão começando um blog agora, um Publipost é um tipo de Publieditorial. É a criação de conteúdo em alguma rede social feita em parceria com alguma marca ou empresa, com fins de publicidade.

Mas vamos ao que interessa: quanto cobrar? Primeiro vale dizer que publicidade de nenhum tipo é algo barato. Custa caro, e pede, muitas vezes, por uma equipe grande e muitas horas de trabalho. Então por que nós, que temos também um trabalhão criando bom conteúdo diariamente, tirando fotos, preparando vídeos, etc., deveríamos aceitar fazer um Publipost por um valor baixo ou de graça?

Já passei por isso muitas vezes com meu blog antigo: muitas empresas querem tirar vantagem dos blogs e não entendem que blogar é sim um trabalho. Dito isso, o que se deve levar em conta para calcular quanto devemos cobrar por um Publipost?

1. A quantidade de seguidores que você tem nas suas redes sociais, especialmente naquela que você considera sua principal.
2. Mas não é só a quantidade de seguidores que conta. O engajamento desses seguidores é um outro fator. Não adianta nada ter um milhão nas suas redes sociais se só duas pessoas clicam no que você posta. Existe, por exemplo, um calculador de engajamento do Instagram, o Instagram Money Calculator, que vocês podem usar para isso.

Daí calcular os valores se torna relativamente fácil: quanto maior o engajamento e maior o número de seguidores, mais você deve cobrar. Mas e quanto aos blogs menores? Fica aqui a minha dica: não façam Publiposts de graça nem por valores muito baixos. Lembrem-se que vocês não estão só vendendo um post, estão vendendo sua imagem e a estão linkando com o produto e com a marca! E isso é sério!

Muitas marcas também oferecem permutas por posts: acho isso interessante porque sempre gera material para postar no blog e isso é uma boa. Mas, novamente, não vendam a imagem do blog. Façam resenhas honestas daquilo que recebem e deixem bem claro no blog que aquilo se trata de um Publipost.

 Espero que o post tenha dado uma luz sobre o quanto vocês devem cobrar por um Publipost. E lembrem-se, permaneçam verdadeiros consigo mesmos e sempre sendo honestos com seus seguidores. Isso é o mais importante!



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look do dia

Recomeços são engraçados: não é questão de esquecer o passado e partir do nada. Tudo o que a gente vive nos ensina alguma coisa, nos dá uma bagagem para carregar, sabe? E é assim que me sinto. Sei que preciso encontrar novamente quem eu sou e que preciso descobrir o que eu quero, mas não se trata de deixar tudo o que eu fui ou todo meu passado para trás. Porque a gente também vive de passado. É ele quem nos ensina sobre a vida e sobre a dor, sobre risadas e sobre o amor. E ele vive no presente conosco.

E por tudo isso decidi colocar algumas fotos do blog antigo por aqui. Looks, makes, enfim, um pouquinho mais para que vocês possam me conhecer melhor. Espero que gostem!

look do dia

look do dia

look do dia

look do dia

look do dia

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blogger ou wordpress


Muita gente tem dúvidas sobre qual plataforma escolher na hora de criar um blog. A gente sempre quer que o nosso blog fique o mais profissional possível e, como já trabalho há muito tempo, tanto como blogueira, como web designer, vou contar algumas coisinhas para vocês sobre o que é melhor: blogger ou Wordpress.

1. Servidores: para quem não sabe, uma das mais importantes diferenças é que existem dois tipos de Wordpress: o Wordpress.com e o Wordpress.org. O primeiro, é hosteado pelo próprio Wordpress, mas não permite que sejam adicionadas muitas linhas de códigos e plugins, que, convenhamos, fazem toda a diferença. Já o Wordpress.org é uma plataforma self hosted, o que significa que você terá que contratar uma hospedagem. Dependendo de qual servidor você escolher, dá até para pagar bem pouquinho mesmo. Existem até alguns servidores finlandeses de graça, é só saber procurar. Mas já vai a dica: muitas vezes o servidor cai (se não for um VPN, um servidor privativo, que costuma ser bem caro), e ficar esperando no chat para resolver essas questões pode demorar muitas horas, e, mais ainda, é bem capaz que apenas "abram um ticket" com o seu problema, ao invés de resolvê-lo na hora.
O blogger, por sua vez, é hosteado pelo próprio Google e, gente, nunca vi um servidor deles cair, tá?

2. Personalização: o que mais adoro no wordpress.org é maleabilidade! Existem um milhão de temas, inclusive temas de graça, que podem deixar seu blog incrivelmente lindo! E existem os plugins, que são linhas de código de terceiros, que você pode acrescentar ao seu site, que podem ajudar a personalizar seu blog te ajudando com coisas como SEO, listas de e-mails, pop ups... enfim, um mundo de coisas. Dito isso, tem muita coisa que exige mais experiência na área e, se você quiser um bom blog no Wordpress.org e não entender de linguagens de computador ou web design, vai precisar contrara um profissional.
O blogger também permite fazer muitas adaptações. Existem muitos temas de graça por aí, mas saber instalá-los pede por um pouco mais de conhecimento em html. Não existem plugins, mas temos o Goggle Analytics, que nos dá dados super importantes para nos mantermos a par das estatísticas do site, e gadgets, que são adicionados facilmente através da parte do Layout do blogger. Outra coisa que vale mencionar é que o blogger já está diretamente conectado com o adsense, um ótimo jeito de conseguir um dinheirinho a mais.

3. Profissionalismo: vou ser sincera, não concordo muito com o que todo mundo fala sobre um blog no wordpress.org ser mais profissional do que um blog no blogger. Gosto muito do all knowing google, que tem servidores que não caem e gadgets fáceis de adicionar. Também gosto muito dos layouts mais simples do blogger e, fica a dica para quem está começando com um blog agora, consegui minha parceria com a Levi's quando eu tinha um blog bem simples no blogger que não tinha nem domínio, hein! O que vale é o seu trabalho, seus posts e a qualidade do que você faz. O resto são detalhes!

Então por que voltei para o blogger e ainda estou sem domínio? Porque o blogger por enquanto dá conta de tudo o que preciso e com tão pouco conteúdo ainda (sim, abandonei meu blog antigo, quero um novo começo!), vou manter o blog o menos custoso possível. Isso é uma coisa que  agente tem que aprender a colocar na balança. Depois, existe sempre a possibilidade de criar um blog no Wordpress.org e exportar todo meu conteúdo daqui para lá. Mas não sei ainda se vou me manter no blogger... Vamos ver o que acontece!


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como cuidar de cabelos danificados


Sou uma daquelas pessoas que adora cuidar dos cabelos. Ter começado a minha transição capilar me ajudou muito com minha auto-estima (se você não leu meu post sobre "Transição capilar", clique neste link) e, muito por causa dela, tenho feito meu cronograma capilar, para ajudar a manter os cabelos hidratados, sem frizz, e mais comportados.

Para quem tem dúvidas sobre o que é o cronograma capilar e como fazer o seu cronograma, vou explicar aqui. Então continue lendo.

Um cronograma capilar serve para que seus cabelos fiquem hidratados e nutridos, e a ideia é repor tudo o que os seus fios precisam para que eles se mantenham brilhantes, sem frizz e bem definidos. Químicas em geral, como alisamentos, tinturas, permanentes, enfim, enfraquecem os fios e retiram massa, por isso os cabelos afinam e se tornam mais difíceis de domar. E, por isso, o cronograma capilar é importante: ele vai ajudar com tudo isso, para que seu cabelo fique cada vez mais forte e mais bonito!

O cronograma capilar é indicado para quem está com os fios danificados, mas ele pode ser feito por todo mundo, inclusive por quem tem os cabelos saudáveis! E, olha só, ele é ótimo para qualquer tipo de cabelo!

Existem 3 etapas para cada cronograma:

1. A hidratação é a que costumamos fazer na maioria dos dias que lavamos os cabelos. Ela repõe a umidade natural dos fios, o brilho e maciez. Ela é ótima para todos os tipos de cabelos, danificados ou não.

2. A nutrição é responsável por repor os lipídios e óleos. Ele é ótimo para cabelos bem ressecados, com as cutículas abertas (o que normalmente acontece pelo uso de tinturas com amônia) e devolve a elasticidade aos fios.

3. A reconstrução é indicada para cabelos danificados quimicamente, que estão ásperos, elásticos e afinados. Ela repõe a massa perdida e ajuda a selar os fios e os produtos contém proteínas e aminoácidos.

Um truque legal para sabermos do que nossos fios precisam é colocarmos um fio dos nossos cabelos em um copo de água: ele boiou? Seu cabelo só precisa de hidratação. Ficou no meio do copo? Uma nutrição vai bem! Afundou? Parte para reconstrução.

Ok, mas como a gente sabe que produtos servem para o que? Vamos lá então!

como fazer seu cabelo crescer



A gente também tem que lembrar que existem alguns ingredientes em alguns produtos que, ao invés de tratar os fios, somente mascaram os danos, então vale evitar esse tipo de produto. São eles os que contém sulfatos, petrolatos, parabenos e óleos minerais.

E criar seu cronograma capilar também é muito fácil: basta se basear neste e acrescentar e alterar as etapas de acordo com o que os seus cabelos precisam.


como tratar os cabelos


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cabelos cacheados

Tenho tentado me aceitar, sabe? Aceitar que não sou uma pessoa padrão em nada na minha vida. Sou historiadora e maquiadora (uma coisa nada a ver com a outra), quando sei que meu pai se orgulharia mais de mim se eu tivesse feito direito ou medicina. Não sou alta, nem super magra. Sou ansiosa, e lidar com isso tem sido difícil (para quem não leu meu post "Parem de romancear a ansiedade", cliquem no link). E não tenho o cabelo lisão e lindo da minha irmã. Tenho meu cabelo cacheado e meio ondulado -o que depende do dia e do humor do meu cabelo -e, sabe, tenho até achado que ele fica melhor em mim do que aquele cabelo liso que eu usava antes.

Acabei começando a minha transição capilar há dois anos, quando acabei fazendo meu BC (big chop) meio que forçada: cheguei em Portugal platinada, tendo que retocar a raiz e o cabeleireiro de lá, que se tornou um querido na minha vida, acabou me convencendo a cortar curtinho! E foi aí que tudo começou.

Eu me sentia horrível com aquele cabelo super curto, mas não tinha mais nada que eu pudesse fazer. Então esperei crescer, pintei de castanho escuro, quase preto e deixei o cabelo crescer totalmente virgem: sem progressiva, sem alisamento nenhum, sem mais nenhuma tintura, ou sem nenhuma outra química. E foi assim que comecei minha transição capilar.

Para quem não tem tanta familiaridade com o assunto, vamos lá: transição capilar é quando nós cacheadas e onduladas decidimos voltar a ter nosso cabelo sem químicas que alisem os fios. E para isso, fazemos uma transição, do liso para o cacheado ou ondulado. Não é nada fácil, porque é uma transição psicológica também, e quem passou por isso sabe muito bem. Vejo muitas meninas desistindo, mas se você está lendo o post, não desista! Você vai ver como vai te fazer bem ter seu cabelinho natural! É uma delícia!

Descobri nesse meio tempo que os cabelos tem curvaturas, que dependem da quantidade de pontes de enxofre que seu cabelo tem, já que, de uma maneira resumida, são elas que criam os cachos. Meus cachos são 2c e 3a, dependendo do dia e da finalização. Se você ainda não sabe o seu tipo de cacho não se preocupe, isso é super normal: às vezes os fios estão desidratados e daí fica difícil de dizer qual é o tipo de cacho ou então, se você fez o BC e acabou de começar a transição, é necessário esperar um pouco mais para descobrir sua curvatura.

O legal é que a maioria dos produtos para cacheadas e onduladas tem um esqueminha na parte de trás com as curvaturas para qual são destinados. Aí fica bem mais fácil para identificar quais marcas e produtos são legais para o seu cabelo.

Sei também que muita gente com os fios ondulados confunde essa curvatura com a lisa, e acaba achando que os fios são um "liso esquisito". Se você tem esse tipo de liso, com muito frizz, que fica marcado com facilidade, provavelmente seu cabelo é ondulado. Vale a pena dar uma olhada em finalizações específicas para o seu tipo de cabelo!

cabelos cacheados


 Outra coisa que vale mencionar são as finalizações, que deixam os nossos cabelinhos mais lindos ainda! Vou falar de duas aqui!

1. Para quem não conhece ainda, a fitagem é uma das finalizações mais famosas para as cacheadas e onduladas. Basta ir separando mechas dos seus cabelos e ir aplicando produtos finalizadores específicos em cada mecha (eu gosto de usar um leave in ou uma gelatina, ou os dois). Depois disso, é só amassar um pouco os fios e esperar secar ou secar com difusor (ou peneira, daquelas de cozinha mesmo!). Lembrem-se que mechas maiores criam cachos mais soltos e mechas menores cachos mais definidos.

2. Dedoliss é quando a gente separa o cabelo em mechas e enrrola com os dedos, como se fosse um babyliss. A mesma regra vale: aplicar produtos finalizadores e separar as mechas de acordo com o tamanho dos cachos que vocês querem. Para cachos mais soltos, mechas maiores, e para cachos mais definidos, mechas menores.

Mais uma dica para as cacheadas e onduladas: fazer um cronograma capilar é sempre uma boa ideia para manter os fios hidratados e sem frizz! Querem saber um pouco mais sobre o Cronograma?Leiam meu post sobre "Cronograma capilar"!
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Parece que não consegui ficar longe. Escrever me faz bem e estava sentindo falta de algo para me distrair das coisas mais complicadas da vida, sabe? Dois anos sem publicar nada me deixaram meio afastada de mim mesma... Mas decidi que queria começar do começo mais uma vez: uma vida nova, um blog novo.

É claro que vou escrever sobre tudo o que escrevia antes, porque amo fotografia, maquiagem e livros, mas quero tentar, dessa vez, escrever um blog pessoal. Acho que está mais do que na hora de me abrir com todos que liam meus posts e que só conheciam meu rosto com maquiagem e que me viam sempre arrumada e nunca de pijama (que, diga-se de passagem, é como eu passo a maior parte do meu tempo).

Prometo que vou tentar escrever sempre que eu conseguir e vou manter isso aqui atualizado. Vou escrever com carinho e vocês sabem, sempre que precisarem, meu blog é um cantinho para vocês também e eu sempre vou estar por aqui!


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Já vi isso acontecer com a bipolaridade. Já vi isso acontecer com a depressão. E parece que agora todo mundo tem ansiedade. Só que tratar uma doença mental da maneira romanceada, como acontece nas redes sociais, é bastante complicado: primeiro porque tira da doença o seu próprio estatuto de doença, e, depois, porque faz parecer que é algo controlável, que a gente almeja, que nos torna, sei lá, "fofinhos".

E não é bem assim: antes de tudo, precisamos parar de tratar doenças mentais como coisas que podemos controlar. Se a gente não controla câncer, a gente não controla depressão, bipolaridade e nem ansiedade, que são só nomes para condições do nosso próprio cérebro. O que a gente faz é tratar, usando remédios, ou terapias alternativas, e tenta viver a vida como a gente pode.

Depois, precisamos parar de associar essas coisas com maluquices. Não é loucura: é uma realidade que a gente vive. Se os sentimentos que a gente sente são maiores, mais assustadores, mais entristecedores e mais depressivos e, algumas vezes, muito mais felizes (porque algumas pessoas, por exemplo, podem se sentir muito tristes uma hora e depois em êxtase), isso é uma criação do nosso corpo que dá forma a nossa realidade. E, convenhamos, cada um vê o mundo de uma maneira diferente.

Ok, mas o que quero dizer com isso? O que a gente sente é sim uma realidade, só que nossa, tão real quanto qualquer outra coisa e que cria respostas corporais. E deixo aqui a minha nota para qualquer pessoa que esteja passando por isso: Você não está exagerando, não está louco e não precisa se desculpar pelo que sente para ninguém!

Desde pequena eu convivo com enxaquecas, daquelas bem fortes e que simplesmente nada fazia passar, sabe? Eu ficava todos os dias com dor até descobrir que o que causava essas enxaquecas era minha ansiedade. Eu também achava que tinha pressão baixa. Vira e mexe parecia que caia minha pressão: eu começava a sentir os batimentos do meu coração, o estômago parecia que tinha um buraco e o mundo começava a ficar escuro. Imaginem a minha surpresa ao descobrir que isso não era queda de pressão e sim crise de ansiedade. E essas são só algumas das respostas corporais que a gente pode ter. Tem muitas outras, e cada corpo é um corpo. Cada um sente de um modo diferente.

E por isso a gente precisa aprender que não adianta falar para uma pessoa com depressão que ela precisa levantar e lutar, porque, às vezes, simplesmente não dá e ela está tentando o melhor que ela consegue. Ou, por exemplo, me diz como a gente fala para uma pessoa com enxaquecas diárias para parar de ter dor? Não dá, né? Minha dica para pessoas que convivem com uma pessoa com depressão, bipolaridade ou ansiedade é que se mostrem presentes. E a gente faz isso com um beijo, com carinho, com comentários positivos -e nem sempre isso vai funcionar, ok? E não é culpa nossa nem de quem está do nosso lado.

Se vocês acham que acabou e deu por aqui, pensem de novo: outro aspecto complicado são os remédios usados para tratar depressão, bipolaridade e ansiedade. Os que tomo para ansiedade são bem fortes e tem diversos efeitos colaterais. Além de me darem muita fome (eu pareço um buraco sem fundo), eles diminuem muito a velocidade dos meus pensamentos e, algumas vezes, eu nem me sinto eu mesma. Sempre penso que quero parar e tentar ficar só com a yoga e com a minha arte, e tentar viver bem assim, mas tenho tanto medo das enxaquecas e do que eu sentia antes, que ainda estou pensando sobre o que fazer.

Então minhas dicas para quem acha que pode ter algum transtorno de ansiedade são:

1. Procurem um médico psiquiatra. Não liguem para o estigma de terem que lidar com um, porque isso pode ajudar muito na sua luta contra a doença, mesmo que seja para ouvir de alguém que o que você sente não acontece só com você e que é possível melhorar.

2. Pesem bem a ideia de começar a tomar remédios e lembrem-se, um remédio como um anti depressivo, por exemplo, demora pelo menos 1 mês para começar a fazer efeito, ou seja, você não vai se sentir ótimo em uma semana. É um processo, ok?

3. Tentem sempre fazer exercícios, porque isso realmente ajuda. Eu tenho tido muita dificuldade ultimamente para conseguir ter a disciplina que eu tinha antes, mas isso tem a ver com a fase difícil pela qual estou passando agora.

4. Vivam um dia de cada vez. Se hoje você não conseguiu levantar e nem fazer muita coisa, está tudo bem. Amanhã é um novo dia e você tem mais uma chance.

5. Leiam um livro, ouçam música ou assistam uma série no Netflix. Viver um pouco fora das nossas cabeças ajuda bastante.

6. Criem uma rotina e tentem segui-la. Isso ajuda a acalmar os pensamentos e os sentimentos.

7. Lembrem-se que existem pessoas que amam você e a vida só vale a pena ser vivida por causa delas.


Espero que este post tenha ajudado pelo menos uma pessoa que passa algo como o que eu passo. E deixo um beijinho especial para todas as pessoas que como minha família amam e convivem com alguém como eu: vocês são guerreiros também, por nos amarem e por estarem sempre do nosso lado.




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Maquiadora profissional e apaixonada por Moda, Liz Albuquerque adora ler Romances fofinhos, cantar, desenhar e assistir séries!
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